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Fogo de Ideias

 

Vejo nas juventudes partidárias a essência dos partidos políticos, é aceitável e comum que conforme passa o tempo a chama ideológica se apague. Mas ela se mantém acesa no vigor do jovem, das novas lideranças que se formam, e que exatamente por a cada dia reafirmarem lugares de destaque em seus partidos tem por obrigação procurar as falhas e o cansaço no partido ao qual pertencem e num incansável processo interno não baixar a cabeça, mas sim peitar caciques que erram inconscientemente exatamente por faltar a tão repetida inconseqüência política dos jovens.

Está nas juventudes partidárias o maior acerto, o de ter como norte a ideologia,  Dr. Geraldo disse: “Não há religião sem fé, como não há partido sem ideologia”, e disse bem,  partido é vivo enquanto seus ideais vivem, não a toa partidos comunistas mesmo sem sistema e sem condições de chegar ao poder seguem vivos.

Hoje, compondo a JPSDB/SP enquanto conselheiro vejo algo simplesmente sensacional acontecer, o trabalho que viemos realizando junto de nosso líder Paulo Mathias entra em destaque e causa choque no partido pela competência e paixão.

O que fazemos nada mais é que amar o partido, seus ideais e sua historia, naturalmente, sem falsa crença de perfeição.  Agir desta maneira não apenas esta enriquecendo a militância, mas sensibilizando caciques, que não se colocam mais a nós como tal, mas sim como partidários que temos sempre a nosso lado.

O grupo tem evoluído e se mostra exemplo exatamente por isso, agir com dignidade em prol não apenas de seguir o estatuto, mas de amar o PROGRAMA partidário.

Com as juventudes, me lembro de Vinicius: “Que não seja infinito, posto que é chama/ Mas que seja imortal enquanto dure.”

Hoje a maioria dos partidos são apenas velas, onde há pouca chama, e uma base inerte que breve se esvai apagando a pouca chama.   Mas nas juventudes, está a chama pura, a força inabalável, são parte indispensável a qualquer partido, e o partido que a respeita sai na frente, pois faz interagir a experiência e a vanguarda, garantindo que o hoje não fique ultrapassado e que o amanhã não seja incerto

 

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Leio Hoje

A questão da leitura por parte dos jovens é hoje um problema gravíssimo, em especial nos países em desenvolvimento. Associam-se os livros à monotonia quando comparada à TV, pois ao invés de iniciar a trabalhar a literatura com obras de maior interesse  e popularidade no momento, se iniciam os cursos regulares de português nas escolas a trabalhar literatura com estudo de livros clássica, que apesar da inegável qualidade, não falam a língua do jovem, não trata de assuntos que estão na “ordem do dia”, tornam-se desinteressantes . A meu ver, apresentar poesia apenas com Camões  a estudantes que nunca se interessara por poesia é condenar o coitado do aluno a detestar poesia, o ensino deve ser gradua, deve iniciar com Vinicius de Morais nas crianças, aos adolescente se reserve Augusto dos Anjos e Bocage, o que nos trará maior entrosamento entre o jovem e a poesia, a partir daí sim se pode aprofundar, por a questão mais se trata de ensinar a ler em si, de ter prazer no ato da leitura, mas sim na qualidade daquilo que se lê e na capacidade de interpretação de diferentes tipologias, principalmente as mais complexas.

 

Há uma lacuna entre o jovem e o livro, mas é muito fácil fazer o elo entre os dois, uma vez que se leia algo de seu interesse, livremente, algo que para você é leve e prazeroso, o habito da leitura se instaura quase que por natureza,  da leitura do jornal impresso( que eu particularmente acho uma delicia), das revistas(e nisso coloco tudo, pode ser os rodapés de Caras, entrevistas de Playboy, criticas de Veja ou até ciência em Galileu).

 

Todavia, este é um problema simplório que adiantaria 50% dos problemas neste sentido, para que a cultura;  habito da leitura estejam no ceio familiar será necessário injetá-lo na escola, para tal precisamos adaptarmos ao jovem e este em seguida aderir ao conhecimento, o que será inevitável.

 

É imperativo mostrar ao Jovem que literatura é arte, e como tal, é o maior espelho de sua época.

Cara de Formulação Política – ITV

Escolinha do Professor Haddad

 

É comum ver governos de partidos como o PT tentarem reescrever a história, apagando dos livros os registros que lhes desagradam. Acontecia muito na União Soviética. O que é surpreendente é ver governos como o do PT pretenderem agora não apenas reescrever a história, mas mudar as regras da escrita. Na gramática petista pode tudo.

Soube-se neste fim de semana que cerca de meio milhão de jovens e adultos receberam do Ministério da Educação livros que lhes “ensinam” a comunicar-se erroneamente. Tudo em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), baixados pelo MEC para serem seguidos por todas as escolas e livros didáticos do país. Incapaz de melhorar a educação dos nossos estudantes, o PT agora faz pior: os deseducam.

O livro “Por uma Vida Melhor”, da ONG Ação Educativa, tida como “uma das mais respeitadas na área”, segundo a Folha de S.Paulo, defende que frases como “Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” são aceitáveis. Outras frases citadas e consideradas válidas são “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe”. Para os autores do livro, deve ser alterado o conceito de se falar “certo” ou “errado” para o que é “adequado” ou “inadequado”.

Num capítulo em que trata das diferenças entre escrever e falar, o livro explica: “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar os livro?’. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”. O livro foi distribuído a 4.236 escolas do país.

Vejamos o que dizem os tais PCN sobre este modo original de ensinar: “A escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma ‘certa’ de falar, a que parece com a escrita; e o de que a escrita é o espelho da fala. (…) Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos”.

Os exemplares do livro que contém estas atrocidades não serão retirados de circulação, informa O Globo hoje. Para o MEC, o livro “estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade”. O propósito também é “discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente”, defendeu a pasta.

Se há algum mito de que o MEC precisa se livrar é o da crença de que é possível educar por meio de barbaridades e incutindo preguiça em professores e alunos. A relação dos estudantes com os livros didáticos costuma ser de reverência. Se os sábios autores dizem que usar a língua de modo errado pode, que discernimento terá o aprendiz para pensar diferente, buscando aperfeiçoar-se e seguir a norma culta?

A julgar pelo diz em entrevista publicada hoje na Folha de S.Paulo, o ministro da Educação deve achar que a atuação de seu ministério está fazendo um bem ao país. “Em 2007, lançamos o Plano de Desenvolvimento da Educação, com uma série de metas. E concluímos o mandato do presidente Lula cumprindo o que foi compromissado.”

Haddad deve estar satisfeito não só com o ensino baseado em livros como “Por uma Vida Melhor”, mas também com o pífio desempenho do Brasil no Pisa – programa internacional que avalia estudantes de dezenas de países. Mas ninguém em sã consciência deveria estar, muito menos um ministro de Educação.

Na edição de 2010 do Pisa, em um ranking de 65 países o Brasil foi o 53º colocado em Leitura e Ciências e 57º em Matemática. A pontuação brasileira foi de 401, enquanto a da China, primeira colocada, totalizou 556 pontos. Se o Pisa fosse um campeonato de futebol, o Brasil estaria bem próximo da zona de rebaixamento.

Diante da placidez do professor Haddad, não espanta que o país também vá muito mal na alfabetização de adultos, como a Folha mostra em sua edição de hoje. Entre os brasileiros que tinham idade entre 20 e 49 anos em 2000, a taxa de analfabetismo era de 10%. Segundo o Censo 2010, dez anos depois essa geração terminou a década com percentual de 9,5% de analfabetos. Ou seja, em uma década a queda foi meramente residual, de 0,5 ponto percentual.

Não é apenas entre os mais velhos que o analfabetismo campeia. Na população entre 10 e 29 anos, a taxa de iletrados é de 3,22% e, entre 10 e 14 anos, de 3,91%. “Isso significa que a escola está ensinando a ler muito tarde e muito mal. Não haveria, em princípio, nenhum motivo para não conseguirmos proporções inferiores a 1% nessa faixa, como ocorre em países do primeiro mundo”, escreve Hélio Schwartsman na Folha.

A erradicação do analfabetismo na década passada era meta do Plano Nacional de Educação, promessa de campanha de Lula tocada pelo atual ministro. O fracasso decorreu também de mudanças nas políticas implementadas por Haddad: antes o MEC ia atrás dos analfabetos e pagava às prefeituras por adulto alfabetizado. Agora, o governo espera que os analfabetos procurem os cursos.

Pratica-se na escolinha do professor Haddad o pior tipo de pedagogia: a da preguiça em perseguir melhores resultados, melhor formação, a fim de termos brasileiros melhor capacitados para enfrentar uma realidade cada vez mais complexa. Na cartilha do PT, é mais fácil aceitar o errado do que ensinar o certo.

 

iEste e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela.

Bullying é Novidade?

  Quando me veio a pena à mão para tratar sobre Bullying, inevitavelmente eu já tinha assunto, posto que estamos num momento no qual não se fala em mais nada.

    O bullying seria aquelas clássicas humilhações e ofensas verbais as quais alguns são expostos,(geralmente no período escolar), é estranho que somente passamos a notar o problema como um causador de grandes desvios mentais quando alguém que por reflexo do bullying, somado à uma perda familiar e uma vida sem sucesso, perdeu completamente a sanidade e criou um dos momentos mais monstruosos que o Brasil já viu, conhecido por ”O Massacre do Realengo”.

   O que antes era tratado como algo normal, é hoje, encarado como um problema a ser encarado. É interessante analisara  relação humana com o ato de humilhar e a reação da massa a isto, a alguns anos se falou muito em playboy que saiam nas noites com seus carrões ganhos se seus pais para agredir prostitutas e mendigos, algo que sempre aconteceu e ninguém nunca se importou, afinal, trata-se de indigentes e putas, quem são ele para desviar a nossa atenção? A coisa começou a mudar na mente do povo quando o numero de mortos começou a aumentar, e estes valentões começaram a atormentar e brigar com pessoas ditas “de bem”.Bem, a questão central da avaliação sobre Bullying é a hipocrisia em que vivemos, apoiamos sempre, pois nos diverte. Toda piada tem um alvo. Mas nunca nos colocamos no lugar deste, desde pequenos, e nunca ninguém se importa, a coisa evolui, até por que, as autoridades escolares, pouco podem faze, posto que geralmente este tipo de acontecimento fica entre os alunos.

   Por este mesmo motivo o bullying não pode ser tratado por grandes especialistas, cheio de gráficos etc, é uma questão psicológica, que deve ser tratada no seio familiar, não há números sobre o bullying, a vitima guarda isto para si, e cresce tendo este tipo de desfalque social que resultará, possivelmente, em desvios de conduta.

   A solução do bullying esta dentro de cada casa, no ato dos pais colocarem para seus filho a questão da igualdade, deles serem iguais a seus amiguinho japonês ou negro, interagir com o filho da empregada. A solução para o bullying esta no humanismo, esta em injetar nas crianças o sentimento de união do homem pelo homem, do home, e para o homem. Ou melhor posto, de não deixar se esvair este pensamento do qual todos nascemos imbuídos.

   Não deixar se ver como superior a outrem fará com que nossas crianças deixem de usar estes aspectos supostamente inferiores para se engrandecer às custas de outros.

    A palavra chave no fim do bullying deve ser “O seu direito acaba aonde inicia o do outro”.

    Falar mais seria tolice, a questão do bullying esta diretamente ligada à questão da discriminação, e de como nos referimos à pessoas que sõ diferentes de nos, a primeira ação anti-bullying deve ser a de banir de nosso vocabulário palavras como : neguinho, bicha etc.

   Quando deixarmos de segregar, o bullying acompanhará a saída, as crianças terão, todas, infâncias mais saudáveis. É preciso que nos vejamos como irmãos!

Projeto de Trabalho Escolar Cultural/Multidisciplinar

 

Caríssimos, o projeto que se segue foi recusado pela inércia que impera a maioria dos funcionários da Rede Estadual de Ensino.

 

EE PROFª ZULEIKA DE BARROS MARTINS FERREIRA

  

Projeto Zuleika de Cultura 2009

 

Fundamento

  

 

   O projeto visa basicamente incentivar a cultura nos alunos, mas não apenas fazer com que saibam citar uma linha de Camões e nada mais, como é na maioria dos casos. A idéia é abrir a mente dos estudantes para a arte geral: Musica, Dança, Cinema, Teatro, Gastronomia, Artes Plásticas, Literatura, Fotografia etc. É verdade que sabe-se o mínimo sobre os tais, porem, não sabem sobre a essência destes. Assiste-se a filmes, mas não se conhece Casablanca, James Dean, Cinema Paradiso, Ennio Morricone, Martin Scorsese, ou mesmo Central do Brasil. Ouve-se musica sem conhecer Mozart, Tchaikovsky, Vivaldi ou mesmo Pedro Neschling. Fotografa-se sem saber a existência de Sebastião Salgado. Leem-se coisas todo o tempo; inerte as obras de José Saramago, de Miguel de Cervantes, Augusto dos Anjos, ou pior apenas ouvir falar de Machado de Assis. Não se conhece David Lachapelle, Salvador Dalí, Vincent Van Gogh, William Turner ou até mesmo, podemos crer, Candido Portinari.

 Essa é a lastimável situação da esmagadora massa não apenas dos estudantes da EE Profª Zuleika de Barros M. Ferreira mas da juventude brasileira. Algo classificável apenas como triste, pois se este é o futuro próximo da nação vemos que o Brasil não melhorará.

 Creio que é através da cultura, da arte que se faz um olhar critico, que se constrói opinião na pessoa que ainda não a desenvolveu. E isto é o principio para a formação de “cabeças pensantes”, com a capacidade de questionar.

 O digo pois o “questionar” pode expressar outros sentidos, mas vou abordar aquele que trata de questionamentos sobre o sociedade, o por que da vida e do mundo ser como é, a pergunta que reluta em encontrar resposta, mas que aquele que a fez a si próprio não mede esforços para encontrar a solução.

 Despertar a curiosidade de modo que a  partir daí o “céu seja o limite” pois não acredito que ajam limites ou forças, por maiores que sejam, capazes de segurar grandes mentes, pois este tipo de mente “elevada” é a verdadeira força.

 

Funcionamento

 

  Este projeto teria grande movimentação, pois haveria apenas dois grandes grupos por sala. A cada grupo seria incumbida a missão de trabalhar em um lote, formado por  artistas ou segmentos , por exemplo, de cada tipo de arte abordado no projeto.

 Os grupos teriam não apenas que trabalhar seu lote cultural, mas também desenvolver a forma com a qual acredita que os demais grupos da escola compreenderiam e receberia esta cultura em suas vidas, uma maneira com que absorvessem este conhecimento que o grupo produtor lhes proporciona.

 Estes grandes grupos elaboram suas formas de exposição, valendo nisto a expressão livre dos grupos: Teatro, musica, exposição visual, vídeo etc.

 

 

Exemplos de Lotes Culturais

Grupo Schiavone

  • Música : Piotr Ilitch Tchaikovsky.
  • Dança: Balé – O Quebra Nozes.
  • Filme: Sindicato de Ladrões.
  • Artes Plásticas: David Lachapelle.
  • Gastronomia: Vodka.
  • Literatura: Os Irmãos Karamazov ( Fiódor Dostoievski).

 

Grupo Di Lauro

  • Musica: Antonio Lucio Vivaldi
  • Dança: O utilizado durante “As Quatro Estações”.
  • Filme: Cinema Paradiso
  • Artes Plásticas: Amadeo Modigliani
  • Gastronomia: As famosas massas da Itália.
  • Literatura: O Enigma Vivaldi (Peter Harrys).

 

 

Grupo Prestieri

  • Musica: Wolfgang Amadeus Mozart.
  • Dança:Valsa Vienense
  • Filme: Amadeus.
  • Artes Plásticas: Vincent Van Gogh.
  • Gastronomia: Cerveja e lingüiça.
  • Literatura: O Cavaleiro Inexistente (Ítalo Calvino).

 

Grupo Riina

  • ·        Musica: Flamenco.
  • ·        Dança: “
  • ·        Filme: Pedro Almodóvar.
  • ·        Artes Plásticas: Pablo Picasso.
  • ·        Gastronomia: Paella.
  • ·        Literatura: Dom Quixote (Miguel de Cervantes).

 

Grupo Provenzano

  • ·        Musica: Samba.
  • ·        Dança: “
  • ·        Filme: Memórias Póstumas.
  • ·        Artes Plásticas: Romero Britto.
  • ·        Gastronomia: Vinho.
  • Literatura: Augusto dos Anjos.

 

Como Trabalhar os Lotes Culturais

 

MUSICA: Os Grupos deverão explicar como é, o significado na época da formação, como e onde é ouvido hoje.

 E deve-se fazer um paralelo entre os que estão habituados com o tema em relação aos que tem por cultura outras formas musicais.

DANÇA: Os grupos terão de descrever o funcionamento, a história o significado de “ontem e hoje”.

 Aconselhável: Espetáculo.

CINEMA: Deve-se analisar a direção, trilha sonora, a história, premiação, critica, analisar a interpretação e tudo que a arte cinematográfica proporciona.

ARTES PLASTICAS: Deve-se analisar o que há em comum entre as obras do artista, seu “traçado”, o que o motivara, o mundo em que vivia e sua a influencia que fazia sobre o estudado.

GASTRONOMIA: Deve-se analisar a historia, como e por que foi criada, as sociedades que a incorporaram e como esta fora aceita ou não “pelos diferentes lados de nossa desigual nação”.

 Aconselhável: Se possível degustar, e descrever o que tema tratado.

LITERATURA: Ler a obra, compreende-la e interpretá-la por meio de apresentação oral.