Hoje um dos grandes dilemas da sociedade é aliar desenvolvimento com a preservação ambiental, muitas alternativas têm sido desenvolvidas por países ricos, que em geral, não apenas foram os grandes destruidores em nome do progresso (e não os culpo por isso, o momento era outro), hoje, os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento são o detentores das riquezas minerais e não investem em tecnologia e educação o que os deixa com muita matéria e pouca capacidade de realizar transformações.

Vou falar sobre o Brasil, alem de ser o “celeiro do mundo” é ainda possuidor de grande biodiversidade, e da maior floresta do mundo a Amazônia, quando todos do planeta se preocupam em poluir menos e proteger mais as florestas, nosso ministério do meio-ambiente é escanteado. É necessário aliar a proteção das florestas à pesquisas para o desenvolvimento de novas alternativas ambientais.

E noto ainda que infelizmente, o governo não oferece o apoio que deveria às iniciativas já existentes, como cooperativas de catadores de lixo, ou ainda, nos municípios dificilmente se vê um prefeito ciente que em Washington D.C. as calçadas tem sido feitas com pneus reciclados, o que não apenas dá destino aos mesmos, mas também permite plantar mais arvores na cidade, uma vez que o material permite a absorção de nutrientes necessários à planta que evitam que as raízes saltem causando a destruição das calçadas.

Medidas práticas e simples, mas que exigem apenas boa vontade podem ser tomadas pela população, mas infelizmente nem sempre é. É importante que haja uma campanha, mas não apenas falando da questão ambiental e da conscientização, mas é importante que se fale também da questão financeira, uma vez que a maioria dos produtos “verdes” são mais baratos, e as atitudes de economia de recursos naturais se refletem na economia de dinheiro.

O desenvolvimento sustentável está e pelo visto permanecerá na Ordem do Dia é uma tendência que persiste não apenas nos governos, mas na sociedade civil e no meio corporativo também. Empresas que respeitam o meio ambiente precisaram reduzir o lucro para fazê-lo sem mexer no bolso do consumidor, e as mesmas já vêm o retorno disto: Cresceram e ganharam mais no giro.

Cabe á sociedade as ações cotidianas simples, às prefeituras se manterem antenadas, aos estados apoiarem as iniciativas independentes, à União uma política ambiental séria e subsídios aos ministérios para fiscalização e controle e auxilio em pesquisas com matérias recicláveis. As empresas: Quem não se adaptar, não prevalecerá. Sinto esta corrente.

Anúncios