Nas andanças que faço e nas redes que convivo, tenho percebido por parte de todos um grande apoio e confiança em minha participação no VIII Parlamento Jovem Brasileiro. Meus companheiros de partido têm sido extremamente solícitos, assim como alguns amigos da imprensa e mesmo moradores de meu bairro. A conquista, hoje eu vejo que não apenas é minha, mas sim do grupo, do grupo comunitário, do grupo de juventude, do grupo tucano do grupo inclusive suprapartidário de amigos crentes e defensores de um Brasil mais forte e rico em cultura, educação e política.

Vejo no PJ a oportunidade, e desta não abrirei mão, de não apenas me firmar como liderança jovem, mas principalmente incentivar os outros participantes a seguirem na luta política, seja no partido que for ou mesmo fora de partidos.

O PJB é simples, mas muito inteligente e indispensável  para a formação de novas lideranças jovens, que devem se aliar a políticos locais, e lutar, para mesmo que em âmbito municipal fazem seus projetos realidade. E ainda, seguir o exemplo do deputado federal jovem Vinicius Caruso (7ª edição) e dar palestras em escolas sobre a importância do protagonismo jovem na política.

O jovem é protagonista de todas as grandes manifestações e mudanças de nossa sociedade, como agora o fazem no Chile, num grito desesperado por educação. Este processo ocorre no Chile, pois é este o pais mais politizado da America Latina o que nos explica e nos faz apoiar os manifestantes, que estão conscientes de seus direitos e não dispensam exercê-los. Outros setores da sociedade poderiam e devem se revoltar, mas apenas no jovem existe a garra capaz de forçar um impeachment como houve no Brasil, e isto só é possível pois houve lideres jovens que incitarem as multidões.

Há nisto certo sistema de pirâmide, mas este muito saudável, a liderança jovem incita a multidão, que ao longo do processo e mesmo do cotidiano revela ter outras lideranças jovens no corpo desta massa que trarão ainda mais massa a esta luta, e nesta massa surgirão ainda mais lideres; o ciclo é grande e indispensável à construção de um sociedade politizada e ciente da importância de cada individuo no futuro da pátria.

Um amigo diz que “liderar é servir”, não tenho pretensão e nem o poderia de me colocar como líder, mas me coloco a serviço da pátria e daqueles que por ela lutam.

 

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